PAGUE DEZ E VÁ PRO CÉU

by Chafun di Formio

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about

Album gravado, mixado e masterizado no Chedderrecords Studios, nos dias 22 e 23 de março de 2014. Lançado oficialmente pela Wolves Cave no dia 23 de outubro de 2014.

credits

released October 23, 2014

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all rights reserved

about

Chafun di Formio Ituiutaba, Brazil

A banda foi criada no inicio de 2008 tocando covers de Punk/rock. Com a substituição de alguns integrantes em 2013, a banda investiu no som autoral. Em outubro (2014) Foi lançado o primeiro trabalho da banda o EP "PAGUE DEZ E VÁ PRO CÉU". 2016 foi lançado o segundo EP "ABUSO SECULAR" com a participação do Mao (ex-Garotos Podres) ... more

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Track Name: Pague dez
PAGUE DEZ E VÁ PRO CÉU


Pastores sem vergonha
São todos capitalistas
Só querem seu dinheiro
Levam tudo na malícia

Pague dez e vá pro céu
Se não pagar irá pro Hell

Acham que fazem milagres
Na igreja universal
Se não tiver dinheiro
Não tem lugar especial


Pague dez e vá pro céu
Se não pagar irá pro Hell
Track Name: Sarjeta
SARJETA


Um golpe da vida
Sem dó nem piedade
Te deixa na sargeta
Sem dignidade

Andando pelas ruas
Sem ter o que fazer
Fuçando todo lixo
Caçando o que comer

Histórias de tristezas
Fragmentos da vida
Culpa da soberba primitiva
Não generalize com sua indiferença
Playboy sanguinário que não pensa


Jogar pedras é fácil
Ajudar é que eu quero ver
Se liga o mundo da voltas
Hoje é ele amanhã é você
Track Name: Olhos de borracha
OLHOS DE BORRACHA


Eu sei, já aponta o dedo
Visando todos ao redor
De olho no que é do parceiro
O que é dos outros pra ele é melhor

Nunca vai a luta
Está sempre a criticar
Espera o guerreiro cair
E o dedo apontar

Digno de dó, pobre usuria maldita
Quando o jogo aperta
Pode crer teu cú apíta

Seus óculos não escondem
Seus olhos de borracha
Sua mascara não esconde
Seu semblante de farça

Boca de fossa pare de resmungar ou pereça nessa ideia
Objetivos e metas pela metade
Se não tenho
Tu não tem compadre

Seus óculos não escondem
Seus olhos de borracha
Sua mascara não esconde
Seu semblante de farça
Track Name: Minha toada
Minha Toada


Da savana brasileira,
Cabra doido, sol que racha
Cacunda envergada
De sola em tudo e não me diz nada

Seguindo meu caminho
Calejado até o avesso
Procurando paz, como agulha no palheiro

Trapaça, ameaça, desprezo, matança
Em frente vou com perseverança

Sua ajuda suja estou a recusar
Sua ajuda suja
Algo sujo vai querer em troca

Pilares da grande falsa moral
Resmungam que disperço o bem social

É tapa na cara, cuspe, borrachada
Não abaixo a cabeça, vou na minha toada

Uma cirrose de mentiras perpetuadas
Por aquela velha tela que brilha

Uma cirrose de mentiras perpetuadas
Por aquela velha tela que brilha